30 de jun de 2010

O tal do Vitacid.

Pra começar a contar sobre minhas experiências nesse universo colorido da beleza, decidi relatar uma de minhas atuais frustrações.

Há mais ou menos 3 meses minha pele surtou.

Surtou assim, de dar dó mesmo.

Sempre tive a pele oleosa e com tendência a acne. Além dos demais problemas que só o sebo proporciona, como poros dilatados e cravinhos.

Embora exigisse manutenção diária, eu considerava a situação sob controle.

Até que um belo dia tudo desandou. Vários fatores colaboraram, tais quais: ausência de anticoncepcional, hábitos alimentares nada saudáveis, troca de cosméticos etc.

Estava feita a batatada!

Minha pele estava out of control. Poros bem visíveis, espinhas internas, manchas e cicatrizes decorrentes de acnes antigas.

Lendo a experiência da Paula no blog Futilish decidi lançar mão de um tratamento potente, o tal do Vitacid Gel.

Resumindo, o produto é um ácido indicado para tratamento da acne vulgar.

Como eu sou tosqueira, passei logo no rosto todo.

No primeiro dia passei antes de dormir; meu rosto ardeu mas depois acalmou.
Quando acordei não notei nenhuma descamação significativa.

Cheguei a pensar que o negócio não ia funcionar no meu cascão.

Até que na noite seguinte fui passar o bendito novamente, e... JESUS! Ardeu pacas! Mas aguentei firme, tudo em prol de uma pele bundinha de nenê.

Quando acordei, parecia que eu tinha enfiado a cara num balde de lixa.
Peles, peles e mais peles saindo do rosto.

Durante todo o tratamento com o gel, abandonei o uso de tônicos e outros cremes. A rotina consistia apenas em: lavar o rosto com Effaclar mousse, água termal, hidratante Dramatically Different Mousturizing Gel, Vitacid gel à noite, protetor solar Minesol Actif SPF 30 durante o dia e só.

Vale dizer que nessa época senti falta de um hidratante mais eficaz. Como sempre tive a pele oleosa, limitava-me ao uso de um hidratante bem levinho e em gel, o Dramatically Different Moisturizing Gel da Clinique.

Pois bem. Esse hidratante não dá conta do recado. Continuei com ele porque era o que eu tinha e estava acostumada a usar.

Fora o fato de que... Não dá para passar nada diferente no rosto porque arde! Até o hidratante, que não tem nada demais, arde!
A descamação durou mais ou menos duas semanas. E devo dizer que nesse meio tempo continuei a passar o ácido todas as noites.

Lá pelo décimo quinto dia minha pele não descascava mais, contudo, sem nenhuma melhora aparente.

Como sou guerreira continuei o tratamento por mais 1 mês.

...

Até que a ficha caiu.

O TROÇO NÃO ESTAVA COLABORANDO!

Daí, né. Dei o braço a torcer e decidi virar gente.

Parei de passar o Vitacid e voltei a tomar o anticoncepcional que tinha parado por um problema de saúde, a tomar mais água e comer menos (só um pouco menos) porcarias. Mas o que, na minha humilde opinião, fez mesmo a diferença foi retomar o uso dos cosméticos que sempre usei.

Hoje, 2 meses depois, posso dizer que todo sofrimento com o Vitacid foi em vão. Não melhorou, mas também não piorou.

Por óbvio cada pele responde de uma maneira diferente. A minha, infelizmente, não correspondeu como desejado.

Mas fica aí o registro da minha experiência.